Você já parou para pensar por que duas pessoas com a mesma renda podem ter destinos financeiros completamente diferentes?
Uma acumula patrimônio e conquista objetivos com tranquilidade. A outra, mesmo ganhando bem, nunca sobra dinheiro no fim do mês. A resposta, quase sempre, está no planejamento financeiro, ou na falta dele.
Neste artigo, vamos explorar os pilares desse processo, desfazer alguns mitos comuns e mostrar como a Sacre estruturou uma mesa dedicada exclusivamente para oferecer planejamento financeiro para investidores.
Se preferir ouvir a conversa completa, com todos os exemplos e histórias de bastidor, assista ao episódio 130 do Ouviu, Investiu! – o podcast da Sacre: Planejamento Financeiro para Investidores. Bons estudos!
Quais são os pilares do planejamento financeiro?
Marcio Bertoni, planejador financeiro certificado CEA® (Especialista em Investimentos pela Anbima) e responsável pela mesa de planejamento financeiro da Sacre.
Para entender o que realmente compõe um planejamento financeiro robusto, vale recorrer à própria certificação que orienta esse trabalho.
Segundo o assessor de investimentos e planejador financeiro certificado CFP® (Certified Financial Planner), Thiago Melo, “o CFP é uma certificação reconhecida internacionalmente” e é dividida em seis pilares: gestão financeira, gestão de investimentos, planejamento da aposentadoria, gestão de riscos, planejamento tributário e planejamento sucessório.
Na prática, isso significa que o planejamento financeiro não se limita a escolher bons produtos de investimento, ele observa a vida da pessoa de forma integral.
Como resume Melo, o trabalho envolve fazer “uma visão 360º” das necessidades do cliente, “independente da fase de vida” em que ele esteja.
Assim, quando a situação exige conhecimento técnico específico, como a estruturação de uma holding ou a contratação de um seguro, o planejador direciona o cliente ao especialista adequado, mas segue acompanhando a estratégia como um todo.
Planejamento Financeiro vs. Planilha de Gastos
Ainda assim, é comum confundir planejamento financeiro com simples controle de gastos. Marcio Bertoni traz uma analogia direta para explicar essa diferença: “o controle do gasto é como se fosse o retrovisor. Ele vai mostrar que você já gastou, mas você tá seguindo em diante.”
Já o planejamento financeiro funciona como um GPS: ele projeta o caminho a percorrer, os objetivos a alcançar e os desvios necessários ao longo do trajeto.
Ou seja, controlar gastos é importante e faz parte do processo, pois ajuda a identificar onde é possível economizar. Mas, o planejamento financeiro vai além: ele define prazos, quantifica objetivos e testa se as metas traçadas são, de fato, viáveis dentro da realidade financeira de cada pessoa.
Quem precisa de um planejador financeiro?
Aqui está um dos maiores equívocos sobre o tema: a ideia de que planejamento financeiro é serviço apenas para quem está endividado.
Na visão de Bertoni, essa crença não se sustenta, e o trabalho “vem para todo mundo”, desde quem enfrenta dificuldades financeiras até quem já tem uma expressiva capacidade de poupança, mas não consegue transformá-la em resultado.
Existe um momento ideal para começar a planejar as finanças?
Diante disso, surge a pergunta natural: quando começar? Para Thiago Melo, a resposta é simples: o quanto antes.
“Quanto mais cedo você começar a investir, mais fácil vai ficar o caminho para você trilhar”, afirma. O motivo é o efeito dos juros compostos ao longo do tempo, que tornam pequenas economias mensais muito mais relevantes quando sustentadas por anos.
Além disso, o planejamento financeiro não serve a um único momento da vida. Ele acompanha a construção de uma reserva de emergência, a aquisição de um imóvel, o planejamento da aposentadoria e até a organização da sucessão patrimonial.
Qual é o custo do planejamento financeiro?
Naturalmente, o planejamento financeiro tem um custo percebido. Afinal, é uma consultoria especializada, cobrada separadamente da assessoria de investimentos, por exemplo.
Mas, vale a pena colocar esse investimento em perspectiva. Bertoni usa a comparação com um nutricionista: “se eu contratar o nutricionista, ele me dá o cardápio, a receita que eu preciso seguir, e eu não segui, vai ficar caro.”
Ou seja, o valor do planejamento financeiro está diretamente ligado à disposição do cliente em aplicar as orientações recebidas. Mas, como esse trabalho funciona?
Na prática, um planejamento é estruturado em planos de 3, 6 ou 12 meses, dependendo da fase de vida e da complexidade financeira de cada cliente.
O processo geralmente começa com uma reunião de entrevista, para levantamento de gastos, objetivos e prioridades, seguida de uma segunda reunião, na qual o plano é apresentado e discutido em conjunto, inclusive quanto ao que o cliente está disposto a reduzir ou abrir mão para alcançar suas metas.
Conheça a mesa de planejamento financeiro da Sacre
Foi justamente para atender a essa demanda que a Sacre estruturou uma mesa dedicada exclusivamente ao planejamento financeiro para investidores.
A proposta é complementar, e não substituir, o trabalho do assessor de investimentos, conforme ressalta Marcio Bertoni: “são trabalhos complementares em que eu acompanho os objetivos, eu acompanho os gastos mensais, e o assessor potencializa esse dinheiro que vai investir.”
Vale destacar ainda que o planejamento financeiro conduzido pela mesa da Sacre é voltado à pessoa física. Questões empresariais, como consultoria societária, não fazem parte do escopo.
Como funciona o acesso a esse serviço e por onde começar?
Se você já é cliente Sacre, o caminho é simples: basta procurar seu assessor de investimentos, que fará a conexão direta com Marcio Bertoni para agendar a primeira reunião.
Caso ainda não tenha assessoria Sacre, mas tenha interesse no serviço de planejamento financeiro, é possível acessar os canais de atendimento disponíveis para iniciar esse primeiro contato.
Leia também:
– Assessoria de Investimentos: como funciona e quanto custa
– Como escolher a melhor assessoria de investimentos
Conclusão
O planejamento financeiro para investidores não é um luxo reservado a quem já tem muito dinheiro, nem um serviço destinado apenas a quem enfrenta dificuldades.
Ao contrário, na verdade é uma estrutura que transforma renda em patrimônio, objetivos em resultados concretos e incerteza em direção. Os seis pilares do planejamento financeiro mostram que esse trabalho vai muito além de uma planilha de controle de gastos: ele exige visão de futuro, disciplina e, muitas vezes, acompanhamento profissional qualificado.
Se você chegou até aqui, talvez já tenha percebido que sua própria rotina financeira pode se beneficiar desse tipo de organização. Então, dê o próximo passo: preencha o formulário de contato da Sacre e marque uma reunião com nossa mesa de planejamento financeiro.
Bons investimentos!
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